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Título : Corpo-empresa na industria do espectaculo
Otros títulos : Body-company in the industry of the entertainment
Cuerpo-empresa en la industria del espectáculo
Autor: Tabacof, Débora
Palabras clave : Subjetividad;Corpo;Indústria do espetáculo;Corpo-empresa;Subjectivity;Body;Entertainment industry;Company-body
Fecha de publicación : jul-2011
Editorial : Universidad de San Buenaventura - Cali
Citación : Revista Científica Guillermo de Ockham;Vol. 09, No 2. Julio-Diciembre 2011
Resumen : A Indústria do Espetáculo, desde Debord (1997), vem se mostrando conceito útil para leitura da subjetividade das massas conectada pela televisão no mundo contemporâneo. Psicóloga de Realitys Shows desde o início desse fenômeno no Brasil (2001), a autora destaca o conceito, advindo da escuta dos participantes que chamam Meu Corpo de Minha Empresa, traçando uma equivalência no singular do que é pensado por Debord em termos sociais. Pensando o Reality Show como um grande jogo do EU, esse texto aborda o tema pelo viés do desejo de apresentar um ideal forjado pelo que se imagina ser o esperado pelo público. No contexto brasileiro o enfoque sobre o corpo malhado e perfeito é característica cultural local, onde o objeto-corpo toma a consistência final do EU, com um valor de mercado monetário definido. O que se verifica é que esse corpo/empresa, com a anuência de seus médicos, admite também a inclusão de drogas que servem para adestrartambém os afetos. O objetivo é tonificar a “musculatura” da empresa, conter quimicamente a violência, incentivar com anabolizantes a performance na academia, sem contemplar que para além do Corpo-Empresa há um sujeito. Sujeito afeito a efeitos colaterais e afetos descontrolados!
Descripción : The Entertainment Industry (Debord, 1997) has been proved a useful tool for understanding the masse’s subjectivity connected by television within the contemporary world. Reality Show Psychologist since the beginning of this phenomenon in Brazil (2001), the author traces a singular equivalence of Debord “concept sin social elms. She does that by listening to the participants recounting their own experiences. Those participants refer to their own Body as their Business. Reality Show is seen in this article as the “I” game. The participant acts according to what he/she imagines the public is expecting him/her to be. In the Brazilian culture the fit and beautiful body occupies a big role in the imaginary field, as a body/ object commodity within the “media market”, therefore having a definite monetary value. What is happening now is that this “body-commodity”, with the consent of their doctors, have the permission to use drugs in order to tame their feelings. Especially to stop violent behavior in a chemical and superficial way. The goal is to establish the “muscles” strengths of the company, encouraging performances even with the use of anabolic steroid. By treating oneself as an object, one forgets that there is also a living being who can suffer from side effects as well as with uncontrollable feelings!
URI : http://hdl.handle.net/10819/5020
ISSN : 1794-192X
2256-3202 (en línea)
Aparece en las colecciones: Guillermo de Ockham : revista científica - Vol. 9, Núm. 2 (2011)

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